terça-feira, 4 de maio de 2010

Pesquisadores da UFRGS comprovam: cavernas do Morro Ibiticã são Paleotocas

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS – estiveram em Maratá na última semana para identificar o tipo de cavernas existentes no Morro Ibiticã, um dos pontos turísticos da cidade. Os pesquisadores comprovaram: tratam-se de Paleotocas, que são túneis cavados por animais extintos que viviam parcialmente nestes abrigos subterrâneos a mais de 10.000 anos.


À frente do projeto de pesquisa está o geólogo Heinrich Frank, professor do Departamento de Mineralogia e Petrologia do Instituto de Geociências da UFRGS. Segundo o pesquisador, a época em que os túneis foram cavados, bem como a espécie, ainda não pode ser precisada. “A grosso modo, temos duas opções: tatus gigantes ou preguiças gigantes. Encontramos tocas semelhantes em diversas cidades do Estado”.

Os pesquisadores entraram nos túneis do Ibiticã para realizar um primeiro levantamento. Os túneis têm 35 e 13 metros de comprimento e apresentam marcas de garras do animal que possivelmente cavou a toca. Frank e sua equipe voltarão a Maratá para aprofundar sua pesquisa. Como o Morro Ibiticã sempre foi considerado um local de refúgio dos índios, Frank não descarta a possibilidade das tocas terem sido utilizadas como abrigo pelos indígenas que viviam na região.

(ACOM Prefeitura de Maratá)



falasefatos.com.br

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